bom fim-de-semana...
sandra aka margarete ~ acknowledgeyourself@gmail.com
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post reproduzido do blog da Lebre _ There's only 1 Alice
NASCEMOS PARA O SONO
manhãs magníficas!este poema vem mesmo mesmo mesmo a calhar...
...a propósito de aproximações
Nascemos para o sono,
nascemos para o sonho.
Não foi para viver que viemos sobre a terra.
Breve apenas seremos erva que reverdece:
verdes os corações e as pétalas estendidas.
Porque o corpo é uma flor muito fresca e mortal.
Poesia Mexicana do Ciclo Nauatle,
mudada para o português por Herberto Helder em Poesia Toda,
Assírio & Alvim, Lisboa, 1990

fotografia de Pipilotti Rist
poema e fotografia surripiados à Lebrerefª bibliográfica encontrada ali
meu querido sono
Hoje é Dia Mundial do Sono.
Vivi mais de 3 anos com alterações de sono, estando há cerca de 1 ano reconciliada com o mesmo... celebro o sono todos os dias!
Viva o meu sono!
Vivi mais de 3 anos com alterações de sono, estando há cerca de 1 ano reconciliada com o mesmo... celebro o sono todos os dias!
Viva o meu sono!
16.
Não tenho frio
É verdade que te poderia perguntar “tens sono?” e/ou “frio, tens frio?”, subitamente, apenas me ocorre “quando te sentes só, o que fazes?”, depois percorro as hipóteses para a tua resposta,
com realidade.
Não é
que a minha solidão desvaneça,
nem isto tome sentido
embora a melancolia permaneça,
sem frio
compreendo
permissão para dormir.
Tenho sono.
É verdade que te poderia perguntar “tens sono?” e/ou “frio, tens frio?”, subitamente, apenas me ocorre “quando te sentes só, o que fazes?”, depois percorro as hipóteses para a tua resposta,
com realidade.
Não é
que a minha solidão desvaneça,
nem isto tome sentido
embora a melancolia permaneça,
sem frio
compreendo
permissão para dormir.
Tenho sono.
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