sandra aka margarete ~ acknowledgeyourself@gmail.com
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regresso, bem hidratada

após a inspecção do blogger que lá resolveu que eu não teria aqui conteúdos ilegais :)
p.s. não gosto que o blogger agora tenha auto-correcção em modo acordo ortográfico

olá
Remédios, nós precisamos é de remédios 

eis o cartaz da próxima festa-exposição pescada nº5

comemorar a liberdade, em Coimbra




post em actualização

Até agora, estes cartazes são o conhecimento máximo que tive sobre comemorações "25 de Abril - Dia da Liberdade", em Coimbra.
Pelo que, deixo aqui, transcrito, a ver se mais nenhum incauto, como eu, é apanhado a pensar que Coimbra dorme ;)

Assim sendo:

3ªfeira, 24 de Abril de 2012, às 22 h, comemorações do 25 de Abril no Ateneu de Coimbra,
com queima do fascismo à meia-noite ;)

4ªfeira, 25 de Abril de 2012, às 15h, comemorações do 25 de Abril junto à ex-sede da PIDE, 
em Coimbra, declaração política e poesia

4ªfeira, 25 de Abril de 2012, às 16h, na Praça 8 de Maio, Música, Pintura, Poesia... Criatividade! traz a tua! Caçarolada - Jantar Comunitário - traz algo para partilhar!

 4ªfeira, 25 de Abril de 2012, às 17h, comemorações do 25 de Abril no Pavilhão Centro de Portugal, em Coimbra, concerto Cantar Abril


a única info que obtive online (pesquisei mal?) fora a do Ateneu
obrigada, Hugo e Lebre, pelas infos relativas ao dia
aceito mais sugestões para este Abril, em Coimbra ;)

Coimbra Industrial _Exposição [ update ]




Ontem recebemos a visita das gentes (professores de vídeo e fotografia) da école supérieure d’art d’Aix-en-Provence, França, por mão do nosso caríssimo Francisco Rubio, a quem se apresentou a Casa da Esquina e o projecto Coimbra Industrial.

Ali dei de caras com mais uma generosa dedicatória aos saudosos :)



entretanto, para quem não conseguiu ir no Sábado, não se esqueçam, podem visitar a exposição durante esta semana no
nº 6 da Rua Aires de Campos em Coimbra
A CASA DA ESQUINA.

(ao Penedo da Saudade; vizinhança: Carmelitas)

Horário: 17 às 19h e 21 às 23h, período em que temos chá e bolo para partilhar



Sábado passou...

(Após a semana que começou com a triste notícia da morte de Alvess e com o apoio incondicional da ICAR no agravo da pandemia do HIV.)


Os pescadass* abriram portas sobre as suas labutas distractivas dos dias inúteis. A visão díspar de 12 apelidados saudosos da indústria sobre destroços industriais, rumores do trânsito de operários entre paredes abandonadas.

A lotação esgotou, a festa aconteceu. Performances e instalação no sótão e nas escadas, leitura de poesia (21 de Março!, dia da poesia), exposição de protótipos industriais e salvados, exibição de vídeos e lençol fotoshow com várias séries dos saudosos da indústria, venda de catálogos e impressões, Dj’s e bar a preço justo. A festa aconteceu indeed.



Participantes

Ilustres convivas

Afonso Macedo, António, Arthur van Der Hella, Cláudia Santos Silva, Fátima Séneca, FJ, Francisco Rubio, João Condinho, Josef B., Luís Almeida Gonçalves, Mané, Paulo Mora, Raquel Sebastião, Teresa Carrington e Victor Lamas.

12 saudosos da indústria

O Lugar Geométrico - Alda Reis , Açores - Ana Teixeira , A caminho do Novo Mundo seja lá onde ele for - Carlos Júlio , Moldes - DrGica, Francisco Feio, Das Kapital - Hugo Besteiro, Arqueologia Industrial - José Paulo Andrade, Sociedade de Porcelanas de Coimbra - José Pedro Reis, Reflexos - Maria Antónia Ferro , Contrastes - São Ataíde, Dar o Corpo ao Manifesto Industrial - Carlos Veríssimo, Fátima Feliciano e Sandra Cruz.


Para quem não conseguiu ir no Sábado, durante esta semana será possível visitar a exposição no
nº 6 da Rua Aires de Campos em Coimbra
A CASA DA ESQUINA.

(ao Penedo da Saudade; vizinhança: Carmelitas)

Horário: 17 às 19h e 21 às 23h, período em que temos chá para partilhar










* ler ssssS no final, singela homenagem a Alvess


COIMBRA_INDUSTRIAL, dia 21 - 21 horas [ vinde à casa da esquina ]

A CASA DA ESQUINA
Rua Aires de Campos nº 6 Coimbra


Artistas rés do chão

fotografia [15 unidades fabris da região ]
















OS SAUDOSOS DA INDÚSTRIA

DJ's






Artistas no Sótão








sombras de ontem

Photobucket

o Choupal é nosso

Foi bonito. Cheguei cerca das 10h15m… estavam por lá meia dúzia de esperançosos “será que vai aparecer gente?”.
Apareceu, sim.
Perdi o conto às voltas que dei ao cordão. Houve muito sol e calor. Houve gosto em estar ali. Numa cidade tão povoada as ausências pesam sempre, mas afianço que as presenças foram bestiais. Gente bem disposta a lutar pelo metro quadrado que nos resta. Que, repare-se já tem uma bela dose de betão e aço! Não sei pôr forma num texto sobre tudo o que vi hoje no Choupal que é nosso e que queremos manter como tal.
Algumas fotografias têm legendas (têm de passar por cima da fotografia). Tive a sorte de estar presente no momento em que as duas extremidades do cordão se uniram :)



a p&b

hoje I 18.00 I TAGV

http://olamtagv.files.wordpress.com/2009/01/olam_nunojud_big.jpg

~

d'Os Livros Ardem Mal

judice

Hoje, pelas 18 h, no foyer do Teatro Académico Gil Vicente, terá lugar a 5ª sessão de Os Livros Ardem Mal na temporada de 2008/09. O convidado é Nuno Júdice, poeta, ficcionista, dramaturgo, ensaísta, recém-nomeado director da Colóquio/Letras. O painel será constituído por António Apolinário Lourenço, Luís Quintais e Osvaldo Manuel Silvestre, que moderará.

Na primera parte da sessão serão apresentados os seguintes livros:

  • Rui Lage, Corvo, Famalicão, Quasi Edições, 2008. [ISBN 978-989-552-397-9]
  • António Pinho Vargas, Cinco Conferências. Especulações Críticas sobre a História da Música no Século XX, Lisboa, Culturgest, 2008. [ISBN 978-972-769-064]
  • Oliver Sacks, Musicofilia. Histórias sobre a Música e o Cérebro, Lisboa, Relógio d’Água, 2008. [ISBN 978-972-708-997-0]
  • David Lodge, A Consciência e o Romance, Porto, Asa, 2008. [ISBN 978-989-23-0368-0]
  • Manuel Loff, O nosso Século é Fascista. O Mundo Visto por Salazar e Franco (1936-1945), Porto, Campo das Letras, 2008. [ISBN: 978-989-625-256-4]
  • Richard Zenith, Fernando Pessoa (Fotobiografias Século XX), Lisboa, Círculo de Leitores, 2008. [ISBN: 978-972-42-4349-8]
  • mercado do quebra costas

    clicar na imagem para visualizar melhor o cartaz


    mau feitio
    Rua Quebra Costas, nº42/44
    3000-340 Coimbra

    aniversário com arte

    6ª feira, 07 de Março



    6º aniversário - Café com Arte, Avenida Elísio de Moura, Coimbra

    dança hoje, no TAGV

    MIAMILUANDA

    «MiamiLuanda» é, em primeiro lugar, um lugar imaginário.
    Inspira-se nas fantasias de alguém: Com o que é que se sonha nos dias de hoje? Quais os nossos desejos? Em que é que acreditamos? Como é que atingimos a felicidade? O que é que nos reconforta?
    Há cinco sonhadores em palco, todos eles diferentes. «MiamiLuanda» inspira-se no nosso crescente desejo por fama e êxito ou a obsessão pelo corpo perfeito, filmes de Hollywood, o Big Brother e, a rematar tudo isto, um ideal de paixão. Como se tivessem escolhido viver dentro de posters anúncios, as escolhas dos performers multiplicam-se, como num mundo quase infantil onde todos os desejos, sejam estilos de vida, papéis ou identidades podem instantaneamente ser satisfeitos. É esta ideia de instantaneidade que está subjacente a muito do material coreográfico da peça. «MiamiLuanda» descreve-nos o glamour mas, ao mesmo tempo, todo o vazio que ele encerra, como se alguém no fundo de si tivesse anotado: «tenta disparar contra a felicidade se puderes!».


    TAGV

    dois países, uma voz

    Miro Casabella, JP Simões, José Mário Branco e Leo i Arremecaghona!



    A plataforma Coimbra-Galiza nasce em 2005 com o propósito de aprofundar, e em muitas ocasiões iniciar, o conhecimento da Galiza na nossa cidade. Ao longo destes três anos já houve recitais poéticos, documentários e conferências. Nesta ocasião a música é a protagonista. Coimbra recebe quatro magníficos artistas: da música tradicional e reivindicativa de Miro Casabella às novas composições de JP Simões; do cantor de Abril e de hoje José Mário Branco ao punk de autor de Leo i Arremecaghona! Quatro músicos de tempos diferentes, dois países, uma única voz. Desfrutem tanto como nós.

    organização
    Plataforma Coimbra-Galiza - apoio TAGV


    MIRO CASABELLA
    Nasce em Ferreira do Valadouro, na Galiza, em 1946. Em 1967 canta em público pela primeira vez, em conjunto com os cantores da Nova Canço Catalana. No final dos anos 60 edita os primeiros dois discos: Miro canta as suas cancións e Miro canta cantigas de escarnio e maldizer. Toca com o grupo Voces Ceibes e faz digressões com Paco Ibañez, em França, e com Luis Cília, em Espanha.
    Em 1970, juntamente com Paco Ibañez, Luis Cilia, Xabier Ribalta e Zeca Afonso, participa nos festivais da canção ibérica e toca na Festa da Humanité perante 600 mil pessoas, integrando um cartaz do qual faziam parte Joan Baez, Paco Ibañez ou Georges Moustaki. Até 1976 tocou por toda a Galiza as suas músicas populares e de intervenção, enfrentando grandes problemas com as autoridades nacionais. Em 1974 colabora com José Mário Branco, que lhe faz os arranjos do disco Ti Galiza. Com o desaparecimento da censura, em 1976, começa um periodo de grande actividade em festivais por toda a Espaha.
    No início da década de 80 trabalhou na criação de DOA, grupo de música medieval-popular com grande aceitação por parte da crítica. Orvallo, publicado em 2004, é até agora o seu último trabalho.
    Miro é hoje um cantor de referência na música popular e de intervenção, habitual colaborador em eventos como a recente homenagem a Zeca Afonso na Galiza, que decorreu a 25 de Abril do ano passado.

    LEO I ARREMECAGHONA!
    A trajectória musical de O Leo i Arremecághona!!! inicia-se no ano de 1997, embora apenas tenha começado a ser conhecido em 1998, ao ser chamado para abrir os concertos da digressão galega de Albert Plá. Do mesmo ano é o seu primeiro disco, Suspiros de Kaña, que conta com uma edição de mil cópias distribuídas pelo próprio autor.
    Descrito como punk de autor, as suas referências musicais são Albert Plá, Billy Bragg ou Pau Riba. A ligação do autor às artes cénicas é notável, pois uma parte importante do projecto musical que representa o Leo i Arremecághona!!! está centrado nas suas actuações ao vivo, espectáculos que roçam o formato da performance em que o autor se caracteriza para intepretar determinadas personagens. É habitual que o espectáculo punk também seja precedido de versões acústicas de autores da canção de intervenção galega e dos Cantores de Abril.
    Leo i Arremecághona!!! tem dado recitais por toda a Galiza, com espectáculos de apresentação do seu primeiro livro de poesia Hai cu (2007), baseado no blog com o mesmo nome.

    JP SIMÕES
    Nascido em Coimbra e emigrado para o Brasil, JP Simões colaborou nos projectos musicais Pop Dell´Arte, Belle Chase Hotel, A Ópera do Falhado e Quinteto Tati, revelando-se um interessante intérprete e escritor de canções.
    Em 2006, preparou um novo espectáculo intitulado Canções do jovem cão e anunciou o lançamento da sua carreira a solo, através de um disco em nome individual, com o título 1970, editado no início de 2007, que arrecadaria grandes elogios de crítica e público. Foi ainda em 2006 que se estreou no cinema, participando no filme "Pele", do realizador Fernando Vendrell, como autor da banda sonora.
    A vida artística de JP Simões não se resume à música pura e dura, tendo em 2003 levado ao palco, com encenação de João Paulo Costa e da companhia do Teatro do Bolhão, a Ópera do Falhado, projecto cujo texto saiu da pena de JP Simões, tendo a música sido composta com Sérgio Costa, eterno companheiro de lides, nos Belle Chase Hotel e no Quinteto Tati.
    No Outono de 2007, é publicado o livro de contos O Vírus da Vida, ilustrado por André Carrilho.

    JOSÉ MÁRIO BRANCO
    Iniciou a sua carreira durante o período do Estado Novo tendo sido perseguido pelas autorides políticas de então, o que o obrigaria a exilar-se em França. Trabalhou com José Afonso, Sérgio Godinho, Luís Represas, Fausto e Camané, entre outros, com os quais participou em concertos ou em álbuns editados como cantautor e/ou como responsável pelos arranjos musicais. Compôs e cantou igualmente para teatro, cinema e televisão. Em 1974 fundou o GAC - Grupo de Acção Cultural, com o qual gravou dois álbuns.
    Entre música de intervenção, fado e outros registos musicais, são de sua autoria os discos Ser Solidário, Margem de certa maneira, A noite e o emblemático FMI, obra síntese do movimento revolucionário português, em que canta os seus sonhos e desencantos. Este último registo foi durante algum tempo proibído pelo próprio de passar em quaisquer rádio, TV ou outro tipo de exibição pública. Não obstante, FMI será, provavelmente, a sua obra mais conhecida.
    O último álbum, lançado em 2004, tem por título Resistir e Vencer, em homenagem ao povo timorense que resistiu durante décadas à ocupação efectuada pelas forças militares da Indonésia, logo após o 25 de Abril de 1974.


    Dia 14 de Fevereiro`08, 21h30 Preço normal 10,00€/ Preço estudante 6,00€

    O que existe no interior de um ovo?



    O que existe no interior de um ovo?

    Fazer abrigos… é uma ideia gira. Remete para coisas de putos. Mais de rapazes? As raparigas talvez fizessem casas…
    Abrigos são coisas mais rústicas? Mais bélicas? Temos abrigos na montanha e abrigos na guerra…
    Pressupõem um perigo.
    Podemos estar lá dentro e ver tudo, sem que ninguém nos veja.
    O que quer que esteja a acontecer lá fora não nos alcança.
    Podem não ser confortáveis, nem bonitos, mas têm as condições adequadas ao que se pretende: proteger, manter vivo.
    Na natureza também há abrigos: grutas, oásis…
    A barriga da mãe, o ovo? Também são abrigos?
    São abrigos muito especiais. São abrigos que geram novos seres!
    Protegem, mantêm vivo e transformam o embrião num ser completo.
    Os abrigos do André Banha são feitos de natureza, em madeira bruta. Transmitem uma sensação de rudeza, mas também de segurança.
    Pretendem proteger dos elementos ou representam a casca do ovo onde germina um embrião?

    Olga Seco
    www.galeriasantaclara.com

    o bem, o belo e a natureza