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Inauguração 7/11 - SE NUMA NOITE DE INVERNO UM VIAJANTE

INAUGURAÇÃO SÁBADO 7/11
PROGRAMA
19H > JANTAR HOTEL BRAGANÇA
22:15 > ESTAÇÃO DE COIMBRA A > Concentração
22:22 > partida > CITAC & MANÉS
22:30 > chegada ESTAÇÃO DE COIMBRA B
Colectivo ERRORISTA > instalação sonora
MIGUEL JANUÁRIO > graffiti [live act]
23:00 – 04:00 > ESTAÇÃO DE COIMBRA B > OFICINAS - CP
23:00
JOSEF B + QIP > massa sonora > execução mecânica aleatória
JOÃO MARQUES FERNANDES/IRENE GONÇALVES> performance
JOÃO VAZ > textos sonoros
MALABARISTAS + CONCERTINAS
JOÃO VASCO PAIVA > vídeo
24:00
BOIALVO [Live act] + LISBON WINTER BLUES [VJ set]
0:30
QUARTETO PAULO PIMENTEL [Jazz]
1:30
MALABARISTAS + CONCERTINAS
JOSEF B + QIP
MAU FEITIO> uma muda de roupa
2:00
LAETITIA MORAIS [Visuais] + BOIALVO [Live act]
2:30 - 4:00
AFONSO MACEDO [DJ Set]
19H > JANTAR HOTEL BRAGANÇA
22:15 > ESTAÇÃO DE COIMBRA A > Concentração
22:22 > partida > CITAC & MANÉS
22:30 > chegada ESTAÇÃO DE COIMBRA B
Colectivo ERRORISTA > instalação sonora
MIGUEL JANUÁRIO > graffiti [live act]
23:00 – 04:00 > ESTAÇÃO DE COIMBRA B > OFICINAS - CP
23:00
JOSEF B + QIP > massa sonora > execução mecânica aleatória
JOÃO MARQUES FERNANDES/IRENE GONÇALVES> performance
JOÃO VAZ > textos sonoros
MALABARISTAS + CONCERTINAS
JOÃO VASCO PAIVA > vídeo
24:00
BOIALVO [Live act] + LISBON WINTER BLUES [VJ set]
0:30
QUARTETO PAULO PIMENTEL [Jazz]
1:30
MALABARISTAS + CONCERTINAS
JOSEF B + QIP
MAU FEITIO> uma muda de roupa
2:00
LAETITIA MORAIS [Visuais] + BOIALVO [Live act]
2:30 - 4:00
AFONSO MACEDO [DJ Set]
o que tu queres sei eu bem: festa! :) estão todos convidados
...fica o convite para a festa do ano!
Coimbra A - Coimbra B
07 de Nov às 22.15
O viajante
O viajante é um projecto multidisciplinar, centrado no cruzamento de diversas leituras fotográficas de um romance de Italo Calvino, Se Numa Noite de Inverno Um Viajante. Nele, Calvino propõe construir um romance a partir de diferentes começos, fragmentos narrativos que conduzem o leitor a lugares distintos, construindo tipologias que organiza segundo categorias que funcionam numa lógica simbólica e interpretativa que vai da névoa, da atmosfera ao apocalipse.
A viagem é um tema eminentemente fotográfico e o fotógrafo tem sido, desde o início, um viajante, um observador e uma testemunha. Alguém que se desloca e ao deslocar-se altera o seu ponto de vista. As fotografias resultantes são fragmentos, vistas parciais, possibilidades de ponto de vista que nos dizem do lugar do fotógrafo e do que tinha em frente; não nos dizem nada. Mas são todas potenciais narrativos e por isso, quando se cruzam com o espectador, dizem tudo. Esta ambiguidade, que a natureza da fotografia lhe empresta, torna-a num instrumento privilegiado para pensar a nossa relação com o mundo, e construir a nossa própria narrativa. Tal como a pintura, a fotografia é una cosa mentale.
O que se apresenta é uma rede organizada a partir de um conjunto de pontos de vista de diferentes observadores-leitores-fotógrafos construídos a partir das possibilidades narrativas propostas por Calvino e esta rede é tecida a partir de leituras deste núcleo inicial envolvendo diversas práticas artísticas da palavra à escrita, do som à performance, da pintura ao vídeo.
O viajante é uma experiência colectiva proposta aos sentidos do leitor-espectador. Não por acaso, o romance começa numa estação de caminho de ferro…
Francisco Feio
O viajante é um projecto multidisciplinar, centrado no cruzamento de diversas leituras fotográficas de um romance de Italo Calvino, Se Numa Noite de Inverno Um Viajante. Nele, Calvino propõe construir um romance a partir de diferentes começos, fragmentos narrativos que conduzem o leitor a lugares distintos, construindo tipologias que organiza segundo categorias que funcionam numa lógica simbólica e interpretativa que vai da névoa, da atmosfera ao apocalipse.
A viagem é um tema eminentemente fotográfico e o fotógrafo tem sido, desde o início, um viajante, um observador e uma testemunha. Alguém que se desloca e ao deslocar-se altera o seu ponto de vista. As fotografias resultantes são fragmentos, vistas parciais, possibilidades de ponto de vista que nos dizem do lugar do fotógrafo e do que tinha em frente; não nos dizem nada. Mas são todas potenciais narrativos e por isso, quando se cruzam com o espectador, dizem tudo. Esta ambiguidade, que a natureza da fotografia lhe empresta, torna-a num instrumento privilegiado para pensar a nossa relação com o mundo, e construir a nossa própria narrativa. Tal como a pintura, a fotografia é una cosa mentale.
O que se apresenta é uma rede organizada a partir de um conjunto de pontos de vista de diferentes observadores-leitores-fotógrafos construídos a partir das possibilidades narrativas propostas por Calvino e esta rede é tecida a partir de leituras deste núcleo inicial envolvendo diversas práticas artísticas da palavra à escrita, do som à performance, da pintura ao vídeo.
O viajante é uma experiência colectiva proposta aos sentidos do leitor-espectador. Não por acaso, o romance começa numa estação de caminho de ferro…
Francisco Feio
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