José Saramago, Questão de Cor
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RX
(...) ao contrário do que geralmente se crê, por muito que se tente convencer-nos do contrário, as verdades únicas não existem: as verdades são múltiplas, só a mentira é global.
Manoel de Oliveira, amor, Paris e a palavra "casa"
Tão depressa estou atenta a datas significativas, como deixo passar das mais importantes, um fenómeno banal relacionado com o tema também banal "a disponibilidade". Quer isto simplesmente dizer que uma data é uma data é uma data. Falo hoje, porque fui lembrada ontem. Refiro-me a Manoel de Oliveira, ao amor, a Paris e à palavra "casa", porque ontem ao serão deu-se uma sequência de acontecimentos que provocou estas ligações, após o zapping que me levou a ver uma pequena reportagem sobre o centenário de Manoel de Oliveira e outra reportagem sobre Saramago. Nesta última, olho um grande plano sobre um painel singelo onde se lê "A CASA". A imagem prossegue, mas eu fico parada na palavra "casa".
Oiço Saramago a proferir o nome da mulher "Pilar" na forma mais pura de se dizer "o meu amor". Silêncio. Só me apetece repetir a minha memória e ouvir amiúde "Pilar".
A televisão ficou como ruído de fundo da sala de luzes suaves e quentes, falou-se de viagens.
Há coisas que fazem sentido só para nós próprios. Não sei se fica explícita a lógica desta sequência ou se é "só uma coisa minha".
Enfim.
Quero deixar aqui o desejo de Feliz 100º Aniversário a Manoel de Oliveira, autor de uma mão cheia de filmes que vi (que são poucos tendo em conta a sua produção) dentre os quais um filme dos "muito significativos" para mim, para a ilustração da minha vida - "Vou para Casa".
Bem haja, Manoel de Oliveira.
Que a natureza continue a ser caprichosa!
Oiço Saramago a proferir o nome da mulher "Pilar" na forma mais pura de se dizer "o meu amor". Silêncio. Só me apetece repetir a minha memória e ouvir amiúde "Pilar".
A televisão ficou como ruído de fundo da sala de luzes suaves e quentes, falou-se de viagens.
Há coisas que fazem sentido só para nós próprios. Não sei se fica explícita a lógica desta sequência ou se é "só uma coisa minha".
Enfim.Quero deixar aqui o desejo de Feliz 100º Aniversário a Manoel de Oliveira, autor de uma mão cheia de filmes que vi (que são poucos tendo em conta a sua produção) dentre os quais um filme dos "muito significativos" para mim, para a ilustração da minha vida - "Vou para Casa".
Bem haja, Manoel de Oliveira.
Que a natureza continue a ser caprichosa!
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