
Televisão fechada a sete Chávez *
Uma trabalhadora da televisão venezuelana RCTV chora o fecho da estação, que foi forçada a sair do ar por decreto governamental. Depois de 53 anos de emissões, a RCTV não viu renovada a sua licença de emissão, acusada de conspirar contra o Presidente Hugo Chávez. Foto: Jorge Silva/Reuters
* título surripiado do womenage a trois
feira sem regras :)
sábado, 2 Junho, das 10 h às 22 h
Pretende-se ajudar a animar esta zona da cidade. O nome da feira vem da sua proximidade com a Rua João das Regras, mas também porque se pretende que seja um evento informal, divertido e criativo.
Destina-se, exclusivamente, a “expositores” não profissionais que pretendem vender objectos que acumularam em casa ou do seu artesanato, bem como a pessoas das artes visuais, do espectáculo e da música que queiram actuar ou comercializar os seus trabalhos livremente.
... vender as coisas que tenham na garagem, desenhos, fazer mimo, etc.
Informações: 239 441 657, depois das 14 h.
a emissão regressa dentro de momentos
imagem surripiada à lebre :P
32.
(a importância de uma data)
quem dera sentir-me mais alta
arrojam-se os últimos dias a trazer violências, e eu
agarro qualquer coisa
tantas
não sei, a falar sincera, não sei
aflijo peitos atrás de peitos que não esperam vez
empurram-me atropelada de não digerir
agarro agarro tanta força, tanta
a hora diminui até esta espécie de início
aqui experimento os abalos da nuca e da fronte
do âmago, o medo
é de te perder do susto de me veres
a mim
que me vejo retorcida.
[ longevidade ] [ memória ]
São 01h30m quando acaba, o corpo não se move. Começa a cantar Zeca Afonso, no coliseu. Silêncio.
Encolhe-se, sem íntimo, o corpo rendido à estranheza de ser. Lapsos. Silêncio.)
Events from April 23rd-30th
Time is running out for the people of Darfur. Four years of genocidal violence has left over 400,000 dead, 2.5 million innocent civilians displaced, and 4 million men, women, and children completely reliant on international aid for survival. Not since the Rwandan genocide of 1994 has the world seen such a calculated campaign of displacement, starvation, rape, and mass slaughter.
To call attention to the escalating violence and the continued failure of the international community to adequately respond to this crisis, activists across the world have come together to plan Global Days for Darfur". This week of rallies, marches and vigils will run from April 23rd to April 30th and will highlight that "time is running out" for the people of Darfur.
Please support your fellow activists in speaking out for the people of Darfur by joining an event in your area. If there are currently no activities planned in your community, we hope you will consider starting your own event during this important week.
SaveDarfur.org has a post called "Generate Press Coverage" that's worth checking out...
nos olhos. Volto em instantes. - (Parto a despejar
tristezas emergentes.) – Vou - (vou) (e não indemnizo
do que recebi.)
(E esta azinhaga é bonita.)
(?).
(agora cala-te)
(Não mandes relatos, que daqui não ausculto.)
(Porventura, ainda me seguras os olhos?)
Debato
-me
(Acaso, explicaram-me a lábia do cobro?)
(O saber que adveio, não o sei descolar.
Apanho, cuidadosamente, todos os descartáveis.
Aqui estão.) (Tomem.)
(Renuncio a tudo. Agora.)
E este carreiro é bonito. (Sobram ervas do chão.) Ao regresso,
deitas o xilofone no meu colo(?). Paro e fico
não recuo. Recolho embriões de amarguras pingadas e
esfrego-os nas mãos. (agora cala-te)
(Não mandes relatos, que daqui não ausculto maresia.) Ouve. Agora! São as madeiras a vibrar em acidentes. Auscultas-me? São as mãos a harmonizar-se. Parece-me daqui que jazzam percussões ingénuas. É. É o meu anseio, em cima de teclas alivia-se da chuva na vista. Por acaso, auscultas-me?! É! Está-se aqui. Pedi um favor: não mandem ao ar sabedorias se depois as vêm receber. Não tenho troco. (Porventura, ainda me seguras os olhos?) A música que chegou, jaz(z) aqui. Que fazemos, nesta noite? (Estou a jazzar.) Se quiseres, podemos ver estas naturezas. (Já podes falar.) Sabes, andava cheia de afazeres por completar, chegavam torvelinhos de novidades e eu.
Eu…
… pendurei os braços (Neste momento, deves devolver-me os olhos.) e renuncio à compreensão da outra face da sabedoria. Traz-me uma rockalhada nova. Quero encaixar o direito inalienável ao nada. Que se feda tudo o resto.
boas novas!
A operação, que começou hoje às primeiras horas da manhã, é o culminar de uma investigação que decorria na DCCB há vários anos. Envolve reforços de outras direcções centrais da PJ, está a decorrer na área da Grande Lisboa e é acompanhada por um procurador do DIAP de Lisboa.
Alguns daqueles que tentaram limitar o debate sobre a extrema-direita portuguesa a uma questão de liberdade de expressão e de divergência política, esquecendo as actividades criminosas destes grupos, e que fizeram comparações descabidas com outros movimentos políticos, têm agora a oportunidade de começar a rever a legitimação que foram oferecendo a esta gente.
Daniel Oliveira no Arrastão
no público ->
pedido de ajuda
como é mesmo que se apelida uma pessoa que nos liga a esfregar-nos na cara (ouvidos, no caso) que passou a hora de almoço a nadar no mar?
photo
Liberté... (Egalité...) Fraternité...
No pasaremos!
We're out! A Nova Grande Muralha da China impede os cibernautas chineses de lerem este blog. Este e muitos milhares de outros sites, certamente. A falta de liberdade de circulação de informação na China é endémica. Felizmente que a Net é global e o desejo de liberdade, uma verdadeira pandemia. É como a gripe das aves, é como o próximo terramoto em Portugal: não é uma questão de "se", é uma questão de "quando". Entretanto, muita água há-de passar debaixo das pontes.