
Sentei-me sobre o meu corpo.
Pretendo atenuar as dores queda.
Não tencionava magoar-te,
o meu corpo, entende, está doente.


Poderia atribuir estes requintes
de malvadez à minha inteligência,
bem sei. Tenho o corpo coberto
de dores e não morro. Sou nada.
Nem a coragem de me escapar agarro.
Nicles.

Poderia fazer muitas coisas, sabe-se.
Não actuo. Nicles. Pudesse andar
nua na rua, despercebida, desacautelada,
seria bem-aventurada.
Sei-o.

Hoje decreto que o meu infortúnio é ter de andar coberta.

Amanhã engendrarei outra verdade.
photos de António Fonseca
Fogo margarete, isso esta' com força!
ResponderEliminare numa outra verdade nos encontraremos, de novo.
ResponderEliminarTão bonito este post, margas.
ResponderEliminarbeijos, meninas
ResponderEliminarAmanhã engendrarei outra verdade.
ResponderEliminar(...)