Nem o silêncio
guarda
(houvera sempre juízes brancos)
(houvera sempre cavaleiros negros)
não são castas as audições, diria
o consolo
não tem o ruído
não tem o silêncio
como fundo
o mundo é.
Quantas vezes
se assoma a temperança
dos desenganos
na quietude da mudez
medrosa
tantas quantas muitas
as vezes que estamos a ser.
race me home
(apenas experiências a branco com o template)
ResponderEliminarestás linda assim :)
ResponderEliminarparece que caiu um granda nevão aqui.
até preciso de óculos escuros, lol
abraço
:)
ResponderEliminarainda não foi desta que consegui o resultado desejado, mas voltarei a tentar tanto branco... num dia mais paciente
um abraço
grande post!
ResponderEliminareu tb prefiro ler-te no branco.
ResponderEliminare gostei muito deste (que tu chamas) ensaio. :)
eu também gostei de aqui voltar!
ResponderEliminarbelas palavras pousadas na quietude do branco.
ResponderEliminarO meu post nao ficou registado e agora os outros ja disseram tudo...
ResponderEliminar;-)
E que grande música de um enormíssimo disco.
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