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Ironia da quietude

Nem o silêncio
guarda
(houvera sempre juízes brancos)
(houvera sempre cavaleiros negros)

não são castas as audições, diria


o consolo
não tem o ruído
não tem o silêncio
como fundo
o mundo é.


Quantas vezes
se assoma a temperança
dos desenganos
na quietude da mudez
medrosa
tantas quantas muitas
as vezes que estamos a ser.




















race me home















9 comentários:

  1. (apenas experiências a branco com o template)

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  2. estás linda assim :)
    parece que caiu um granda nevão aqui.
    até preciso de óculos escuros, lol

    abraço

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  3. :)


    ainda não foi desta que consegui o resultado desejado, mas voltarei a tentar tanto branco... num dia mais paciente

    um abraço

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  4. eu tb prefiro ler-te no branco.

    e gostei muito deste (que tu chamas) ensaio. :)

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  5. eu também gostei de aqui voltar!

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  6. belas palavras pousadas na quietude do branco.

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  7. O meu post nao ficou registado e agora os outros ja disseram tudo...

    ;-)

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  8. E que grande música de um enormíssimo disco.

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