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prometo ser uma boa menina
dica: além do Natal, aproxima-se o meu aniversário, tudo junto, é capaz de dar, winkwink e tal
oh... ding! dong! I didn't go to listen to your song! ding! dong! I'm a silly fan
«O concerto de Bonnie ‘Prince’ Billy, o segundo que vi dele, baseou-se excessivamente no repertório mais country, digamos, em geral as canções de que menos gosto e das quais menos me lembro. E também devem ter sido tocados vários temas de Wolfroy Goes to Town (2011), que ainda não ouvi, mas de que fixei uma canção fantástica, «New Whaling». No palco, Bonnie ‘Prince’ é uma mistura de mimo, pregador e boneco articulado, bigode redneck, uma certa rigidez acompanhada de caretas, braços esticados, pernas a balançar e um tique qualquer com as calças e os bolsos. Pouco comunicativo mas não antipático, foi mais formal do que no outro espectáculo que vi, em que estava com um acompanhamento mínimo, e se mostrou mais festivo e mais negro. As canções têm uma estrutura bizarra, com quase «recitativos» e aparentes devaneios, mas a banda (guitarra, contrabaixo, bateria, piano, backing vocals) portou-se à altura. Tivemos direito à grande canção moderna sobre a amizade, a comovente «I See a Darkness». E a «Another Day Full of Dread», esse apocalipse feliz: «and I say: nip! nap! it’s all a trap /bo! bis! and so was this / whoa! whoa! to haiti go, /and watch it all come down / ding! dong! a silly song / sure do say something’s wrong / smile awhile, forget the bile / and watch it all come down».» Pedro Mexia n'a lei seca
música ao Sábado [em actualização até às 24h]
5 e picos
6 e picos
7h e picos
10h e picos
12h e picos
13h e picos
15h30
16h50
17h30
17h45
19h e picos
quase 20h
20h e picos
20h59
21h30
hora cinderela
6 e picos
7h e picos
10h e picos
12h e picos
13h e picos
15h30
16h50
17h30
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19h e picos
quase 20h
20h e picos
20h59
21h30
hora cinderela
A dor dos outros
Disse-lhe bonjour tristesse, depois compus-me de intelecto actuante e orientei a comoção. Não me derramei em sorrisos sem cessar, nunca foi disso que se tratou no assunto.
Olhei à minha volta e continuei a reconhecer que o caminho é este, sempre este. A nossa memória entra no meio desta jigajoga, esconde-se, e nós ao redol andamos, até encontrar as variações que nos acordam. Eu já havia escrito isto: a vida já valeu a pena, há muito tempo. Quero mais. A emoção tem razão, não se pode tolher a vida. A minha escolha é sadia. Quero mais.
Olhei à minha volta e continuei a reconhecer que o caminho é este, sempre este. A nossa memória entra no meio desta jigajoga, esconde-se, e nós ao redol andamos, até encontrar as variações que nos acordam. Eu já havia escrito isto: a vida já valeu a pena, há muito tempo. Quero mais. A emoção tem razão, não se pode tolher a vida. A minha escolha é sadia. Quero mais.
O saber: despite the music, you & I, we're gonna be alright. Hallelujah.
quanta honra!
o mesmo post, dedicado a mim e... ao joão peste
Filipa... obrigada, obrigada, obrigada! [modo Amália]
Parabéns a mim, à minha mãe e à minha avó velhinha.
Cá estou, um pouco maior, pois que é para cima que crescemos.
O primeiro pensamento vai sempre para a avó velhinha. Depois… depois catadupa.
Um jorro de pensamentos de tipo fazer anos é...
Fazer anos é o marco do dia em que saímos do bem-bom e o ar toca a nossa pele pela primeira vez.
Fazer anos é ter uma série de pessoas a lembrar-se de nós “especialmente nesse dia”.
Fazer anos é ter uma série de pessoas a mobilizar-se para estar connosco nesse dia em específico.
Questiono-me acerca da importância dos aniversários e recuso-me dizer que é um dia igual aos outros.
Estou um bocadinho maior, como diz a canção de aniversário da minha vida.
Nunca vos dei a ouvir a minha canção de aniversário, pois não? Aqui vai.
Sou definitivamente uma pessoa de aniversários.
Um balanço: estranho é que estando maior e “a little bit smarter” e “a little bit nicer” tenho a sensação de vir a negligenciar cada vez mais os que me são queridos. Coisas da vida e das experiências, não é? Pois, mas não pode ser. Não faço resoluções de ano novo, embora o meu aniversário seja cronologicamente aproximado do início do novo ano. Faço resoluções de aniversário, para estar à altura do crescimento.
Para este 37º ano da minha vida vou tentar estar mais perto.
Amo-vos.
O primeiro pensamento vai sempre para a avó velhinha. Depois… depois catadupa.
Um jorro de pensamentos de tipo fazer anos é...
Fazer anos é o marco do dia em que saímos do bem-bom e o ar toca a nossa pele pela primeira vez.
Fazer anos é esse dia em que passámos a existir após a forma do desejo, do sonho (se é que tenhamos sido um sonho de alguém).
Fazer anos é fazer uso do calendário que usamos deste lado do mundo e dizer que isso é especial.Fazer anos é ter uma série de pessoas a lembrar-se de nós “especialmente nesse dia”.
Fazer anos é ter uma série de pessoas a mobilizar-se para estar connosco nesse dia em específico.
Questiono-me acerca da importância dos aniversários e recuso-me dizer que é um dia igual aos outros.
Estou um bocadinho maior, como diz a canção de aniversário da minha vida.
Nunca vos dei a ouvir a minha canção de aniversário, pois não? Aqui vai.
Sou definitivamente uma pessoa de aniversários.
Um balanço: estranho é que estando maior e “a little bit smarter” e “a little bit nicer” tenho a sensação de vir a negligenciar cada vez mais os que me são queridos. Coisas da vida e das experiências, não é? Pois, mas não pode ser. Não faço resoluções de ano novo, embora o meu aniversário seja cronologicamente aproximado do início do novo ano. Faço resoluções de aniversário, para estar à altura do crescimento.
Para este 37º ano da minha vida vou tentar estar mais perto.
Amo-vos.
DOMINGO. ] velocidades e repetição [
Domingo. Silencio e a música de Sassetti. Ascent. Miranda July. Uma citação estúpida: Quão maravilhosas são as pessoas que não conhecemos bem. E uma pergunta: Are You The Favorite Person of Anybody ? E o sentimento. Na 6ª feira ouvi uma pessoa improvável falar de velocidade, de aceleração. Chorei tudo o que pude, aproveitei, pois tinha aqui pranto adiado que por descuido guardara. Anteontem, no meio dos meus pensamentos e dores entaramelados quis sentir-me só na solidão toda. Ninguém morre sozinho, repetia. Sou feita de repetições. Entrei em acelerada evocação de referências. Ninguém morre sozinho. Recado. Me you and everyone we know. Burnout. Ninguém morre sozinho. Respeitosa repetição. Karma police. Fitter Happier. No alarms & no surprises. All that numbs you. E a palavra Anywhen. Arrepio na tarde. Mercy seat. Monsters ball. …a darkness. Hurt. You can have it all. Só mais uma para o caminho. Sou velha, disse. Sou uma velha que se agarrou a meia dúzia de referências. Uma velha cansada a repetir alimentos, acelerada. Desacelerei num instante.
Isto tem relação directa com o amor e a capacidade de amar rodeando as condições e condicionantes com que nos deparamos ao amar e nos deixarmos amar.
Desenvolvi uma capacidade admirável de variação de velocidades em tempos recorde. Consigo recuperar com rapidez. É trabalho de mérito próprio mas realizado ao lado daqueles que são na realidade os autores de todas as obras que acima repeti: aqueles com quem partilho formas de amor.
refªs no texto: Ninguém morre sozinho; Are You The Favorite Person of Anybody?;Recado;Me and You and Everyone We Know; Respeitosa Repetição;Radiohead - Karma Police - fitter happier - No Surprises;Thomas Feiner & Anywhen - All That Numbs You;Arrepio na Tarde;Nick Cave & The Bad Seeds - Mercy Seat;Monster's Ball; Bonnie 'Prince' Billy - I See a Darkness;Johnny Cash - Hurt;Yo La Tengo - You can have it all; Só mais uma para o caminho.
Isto tem relação directa com o amor e a capacidade de amar rodeando as condições e condicionantes com que nos deparamos ao amar e nos deixarmos amar.
Desenvolvi uma capacidade admirável de variação de velocidades em tempos recorde. Consigo recuperar com rapidez. É trabalho de mérito próprio mas realizado ao lado daqueles que são na realidade os autores de todas as obras que acima repeti: aqueles com quem partilho formas de amor.
refªs no texto: Ninguém morre sozinho; Are You The Favorite Person of Anybody?;Recado;Me and You and Everyone We Know; Respeitosa Repetição;Radiohead - Karma Police - fitter happier - No Surprises;Thomas Feiner & Anywhen - All That Numbs You;Arrepio na Tarde;Nick Cave & The Bad Seeds - Mercy Seat;Monster's Ball; Bonnie 'Prince' Billy - I See a Darkness;Johnny Cash - Hurt;Yo La Tengo - You can have it all; Só mais uma para o caminho.
La tigre e la neve ~ Roberto Benigni ~~ You Can Never Hold Back Spring ~ Tom Waits
serve apenas como teaser para quem (como eu) não seja um utilizador da Língua Italiana ;)
Tratto dal film "La tigre e la neve"
Su su.. svelti, veloci, piano, con calma...
Poi non v'affrettate, non scrivete subito poesie d'amore, che sono le più difficili, aspettate almeno almeno un'ottantina d'anni.
Scrivetele su un altro argomento... che ne so... sul mare, il vento, un termosifone, un tram in ritardo... che non esiste una cosa più poetica di un'altra!
Avete capito?
La poesia non è fuori, è dentro... Cos'è la poesia, non chiedermelo più, guardati nello specchio, la poesia sei tu...
..e vestitele bene le poesie, cercate bene le parole... dovete sceglierle!
A volte ci vogliono otto mesi per trovare una parola!
Sceglietele...che la bellezza è cominciata quando qualcuno ha cominciato a scegliere.
Da Adamo ed Eva... lo sapete Eva quanto c'ha messo prima di scegliere la foglia di fico giusta!!!
"Come mi sta questa, come mi sta questa, come mi sta questa.." ha spogliato tutti i fichi del paradiso terrestre!
Innamoratevi, se non vi innamorate è tutto morto... morto!
Vi dovete innamorare e tutto diventa vivo, si muove tutto... dilapidate la gioia, sperperate l'allegria e siate tristi e taciturni con esuberanza!
Fate soffiare in faccia alla gente la FELICITÀ! E come si fa? ...fammi vedere gli appunti che mi sono scordato... questo è quello che dovete fare...
non sono riuscito a leggerli!
Per trasmettere la felicità, bisogna essere FELICI e per trasmettere il dolore, bisogna essere FELICI.
Siate FELICI!!!
Dovete patire, stare male, soffrire.. non abbiate paura di soffrire, tutto il mondo soffre!
E se non avete i mezzi non vi preoccupate... tanto per fare poesie una sola cosa è necessaria... tutto.
Avete capito?
E non cercate la novità... la novità è la cosa più vecchia che ci sia...
E se il verso non vi viene, da questa posizione, né da questa, ne da così, buttatevi in terra! Mettetevi così!
Ecco... ohooo... è da distesi che si vede il cielo...
guarda che bellezza...perché non mi ci sono messo prima...
I poeti non guardano, vedono.
Fatevi obbedire dalle parole... Se la parola 'muro' non vi da retta, non usatela più...per otto anni, così impara! Che è questo, bhooo non lo so!
Questa è la bellezza, come quei versi là che voglio che rimangano scritti li per sempre...
forza, cancellate tutto che dobbiamo cominciare!
La lezione è finita.
Ciao ragazzi ci vediamo mercoledì o giovedì...
Ciao arrivederci
Só mais uma para o caminho [ horas pequeninas ]

Só mais uma para o caminho
uma taça de tempo encantado,
sortilégio das almas cansadas,
as que cantam com olhos vermelhos:
“Somos sombras pelos espelhos das cidades”.
Só mais uma para o caminho,
uma troca de beijos às cegas,
uma nova promessa gigante,
uma dança de urgências na branda violência deste amor alucinado.
Só mais uma, pede duas, pede tudo que tudo é de graça, faz o pino, tropeça na praça, esquece a raça, o governo:
o inferno é mais honesto, talvez mais terno, que a indiferença.
Fica um pouco mais que eu já estou quase bom, que hoje o dia doeu fundo, mas gosto ainda do mundo.
Mais uma pró caminho!
Quinteto Tati
-letra de JP Simões, música de Sérgio Costa
Inauguração 7/11 - SE NUMA NOITE DE INVERNO UM VIAJANTE

INAUGURAÇÃO SÁBADO 7/11
PROGRAMA
19H > JANTAR HOTEL BRAGANÇA
22:15 > ESTAÇÃO DE COIMBRA A > Concentração
22:22 > partida > CITAC & MANÉS
22:30 > chegada ESTAÇÃO DE COIMBRA B
Colectivo ERRORISTA > instalação sonora
MIGUEL JANUÁRIO > graffiti [live act]
23:00 – 04:00 > ESTAÇÃO DE COIMBRA B > OFICINAS - CP
23:00
JOSEF B + QIP > massa sonora > execução mecânica aleatória
JOÃO MARQUES FERNANDES/IRENE GONÇALVES> performance
JOÃO VAZ > textos sonoros
MALABARISTAS + CONCERTINAS
JOÃO VASCO PAIVA > vídeo
24:00
BOIALVO [Live act] + LISBON WINTER BLUES [VJ set]
0:30
QUARTETO PAULO PIMENTEL [Jazz]
1:30
MALABARISTAS + CONCERTINAS
JOSEF B + QIP
MAU FEITIO> uma muda de roupa
2:00
LAETITIA MORAIS [Visuais] + BOIALVO [Live act]
2:30 - 4:00
AFONSO MACEDO [DJ Set]
19H > JANTAR HOTEL BRAGANÇA
22:15 > ESTAÇÃO DE COIMBRA A > Concentração
22:22 > partida > CITAC & MANÉS
22:30 > chegada ESTAÇÃO DE COIMBRA B
Colectivo ERRORISTA > instalação sonora
MIGUEL JANUÁRIO > graffiti [live act]
23:00 – 04:00 > ESTAÇÃO DE COIMBRA B > OFICINAS - CP
23:00
JOSEF B + QIP > massa sonora > execução mecânica aleatória
JOÃO MARQUES FERNANDES/IRENE GONÇALVES> performance
JOÃO VAZ > textos sonoros
MALABARISTAS + CONCERTINAS
JOÃO VASCO PAIVA > vídeo
24:00
BOIALVO [Live act] + LISBON WINTER BLUES [VJ set]
0:30
QUARTETO PAULO PIMENTEL [Jazz]
1:30
MALABARISTAS + CONCERTINAS
JOSEF B + QIP
MAU FEITIO> uma muda de roupa
2:00
LAETITIA MORAIS [Visuais] + BOIALVO [Live act]
2:30 - 4:00
AFONSO MACEDO [DJ Set]
o que tu queres sei eu bem: festa! :) estão todos convidados
...fica o convite para a festa do ano!
Coimbra A - Coimbra B
07 de Nov às 22.15
O viajante
O viajante é um projecto multidisciplinar, centrado no cruzamento de diversas leituras fotográficas de um romance de Italo Calvino, Se Numa Noite de Inverno Um Viajante. Nele, Calvino propõe construir um romance a partir de diferentes começos, fragmentos narrativos que conduzem o leitor a lugares distintos, construindo tipologias que organiza segundo categorias que funcionam numa lógica simbólica e interpretativa que vai da névoa, da atmosfera ao apocalipse.
A viagem é um tema eminentemente fotográfico e o fotógrafo tem sido, desde o início, um viajante, um observador e uma testemunha. Alguém que se desloca e ao deslocar-se altera o seu ponto de vista. As fotografias resultantes são fragmentos, vistas parciais, possibilidades de ponto de vista que nos dizem do lugar do fotógrafo e do que tinha em frente; não nos dizem nada. Mas são todas potenciais narrativos e por isso, quando se cruzam com o espectador, dizem tudo. Esta ambiguidade, que a natureza da fotografia lhe empresta, torna-a num instrumento privilegiado para pensar a nossa relação com o mundo, e construir a nossa própria narrativa. Tal como a pintura, a fotografia é una cosa mentale.
O que se apresenta é uma rede organizada a partir de um conjunto de pontos de vista de diferentes observadores-leitores-fotógrafos construídos a partir das possibilidades narrativas propostas por Calvino e esta rede é tecida a partir de leituras deste núcleo inicial envolvendo diversas práticas artísticas da palavra à escrita, do som à performance, da pintura ao vídeo.
O viajante é uma experiência colectiva proposta aos sentidos do leitor-espectador. Não por acaso, o romance começa numa estação de caminho de ferro…
Francisco Feio
O viajante é um projecto multidisciplinar, centrado no cruzamento de diversas leituras fotográficas de um romance de Italo Calvino, Se Numa Noite de Inverno Um Viajante. Nele, Calvino propõe construir um romance a partir de diferentes começos, fragmentos narrativos que conduzem o leitor a lugares distintos, construindo tipologias que organiza segundo categorias que funcionam numa lógica simbólica e interpretativa que vai da névoa, da atmosfera ao apocalipse.
A viagem é um tema eminentemente fotográfico e o fotógrafo tem sido, desde o início, um viajante, um observador e uma testemunha. Alguém que se desloca e ao deslocar-se altera o seu ponto de vista. As fotografias resultantes são fragmentos, vistas parciais, possibilidades de ponto de vista que nos dizem do lugar do fotógrafo e do que tinha em frente; não nos dizem nada. Mas são todas potenciais narrativos e por isso, quando se cruzam com o espectador, dizem tudo. Esta ambiguidade, que a natureza da fotografia lhe empresta, torna-a num instrumento privilegiado para pensar a nossa relação com o mundo, e construir a nossa própria narrativa. Tal como a pintura, a fotografia é una cosa mentale.
O que se apresenta é uma rede organizada a partir de um conjunto de pontos de vista de diferentes observadores-leitores-fotógrafos construídos a partir das possibilidades narrativas propostas por Calvino e esta rede é tecida a partir de leituras deste núcleo inicial envolvendo diversas práticas artísticas da palavra à escrita, do som à performance, da pintura ao vídeo.
O viajante é uma experiência colectiva proposta aos sentidos do leitor-espectador. Não por acaso, o romance começa numa estação de caminho de ferro…
Francisco Feio
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